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Situação actual - Petição
A queixa foi enviada à Inpecção Geral do Ambiente e ordenamento do Território
dia 25 de Novembro de 2009. Obrigado a todos os que colaboraram.
A petição reuniu já do lado da Beloura 30 assinaturas, e do lado da Abrunheira 37 assinaturas, o que perfaz um total de 67. Quero daqui expressar o nosso agradecimento ao Dr. Rui Nápoles, da Beloura, Sr. Bento, da Assembleia de Freguesia e Sr. Castelo da Abrunheira pela colaboração prestada, bem como ao Srs. Pedro Martins, da Junta de Freguesia, e o Sr.
Presidente da mesa da Assembleia Geral da Junta de Freguesia Dr. Carlos
Neves, que se associaram à nossa queixa, apondo a sua assinatura. Cada
assinatura, por uma questão de ética, corresponde a um fogo/fracção, e só foi pedido que assinassem as pessoas que se sentem afectadas, ou as que conhecem e compreendem o problema já se tendo deslocado às zonas afectadas.
Entretanto a Junta de Freguesia na pessoa do seu Presidente também se
solidarizou com as nossas preocupações. Estou à espera de autorização
para melhor divulgar o ocorrido, peço a vossa compreensão.
Veja porquê:
A
proximidade da estrada às habitações da Abrunheira pode ser bem apreciada nesta foto, onde também é notório
que não há barreiras, donde níveis superiores a 60dBA são coisa comum,
mesmo nos períodos de menor tráfego.

Veja-se que as barreiras acabam do lado da Beloura, a uns 100m do término desta.

Assim,
não só a estrada tem um impacto muito negativo do lado da Abrunheira
como o incómodo também atinge a Beloura, atenuado pela distância cerca
de 6dB e somando-se ao pesado incómodo da Fábrica Perfis Oeiras a trabalhar de noite. Há menos barulho proveniente da A16 na Beloura ao pé das barreiras existentes que
longe destas, devido ao ruído que chega de NO, do lado da Abrunheira, exactamente do lado onde
as barreiras acabam.
Para que todos fiquem melhor, é
indispensável que as barreiras em falta sejam colocadas. É aconselhável
também que as juntas de dilatação dos viadutos sejam revistas (responsáveis pelo clac-clac que se ouve sistematicamente).
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