Os ratos


Na zona da Beloura onde vivo, estamos perante uma autêntica praga de ratos. Para além dos pequenos frugívoros de focinho afilado, relativamente inofensivos, começaram a aparecer os omnívoros de grande porte (20cm sem cauda). Pode ser que eles estejam a ser expulsos pelas obras da IC30, pode ser a falta do nosso mocho residente (foto abaixo), que afectuosamente chamávamos maia-noite, o qual tivémos numa árvore do terreno durante vários anos e que inglóriamente uma noite de verão se afogou na piscina durante uma caçada. Se algum dia um mocho se quiser instalar no seu terreno, considere isso um privilégio. Vai ganhar um companheiro interactivo (sim, eles dialogam connosco e são sensíveis à nossa presença) e de uma utilidade inestimável.



Talvez esteja perante o mesmo problema. Se estiver, não use veneno ou caixas de veneno para se ver livre dos ratos. Use ratoeiras. São complicadas, há que as escolher e afinar correctamente, mas são o processo mais seguro. Disponíveis na Cooperativa agrícola ou no Pialgata em São Pedro. Note que se um dos nossos animais domésticos ou uma ave de rapina trincar um rato envenenado, tem grandes possibilidades de morrer também.
Se alguém quiser que se publique um tópico sobre ratoeiras e sua afinação diga através do formulário de contacto ou directo para info<at>beloura.org (já sabe, substitua o <at> por @.

Entretanto já me vi livre dos roedores, em cerca de 3 dias.

A Beloura, um empreendimento de qualidade...