Ruído

No submenu pode consultar os diversos casos de que temos conhecimento. No geral temos a considerar o seguinte:

Não somos contra que uma fábrica labore dia e noite. É bom sinal para a economia nestes tempos conturbados.
 
Não discutimos a utilidade das estradas, não seria aqui o sítio próprio para tal.

Todavia, as actividades económicas devem ser efectuadas no estrito respeito da lei, à qual todos estão sujeitos, e que defende os interesses de todos. A maximização do lucro não pode levar os agentes económicos à constante infracção da lei. Laborar fora de horas dentro de portas exige condições, e o atingir de prémios ou o evitar de penaliza
ções numa actividade de ar livre não pode ser feito à custa da infracção da lei.

As câmaras, que muitas delas nem sequer efectuaram o levantamento das zonas sensíveis, exigem aos pequenos negócios uma avaliação acústica na fase de licenciamento. Imediatamente também notificam um pequeno proprietário de um café que tem um exaustor avariado se há uma queixa de ruído de vizinhança e lhe dão um prazo inequívoco para demonstrar que a situação foi resolvida. Porque não se comportam da mesma forma em relação aos agentes de média e grande dimensão? Os organismos fiscalizadores estão bem definidos e hierarquizados na lei. Exigem que paguemos os nossos impostos atempadamente. Nós pagamos, que remédio. Não desempenham a sua função? Pois que o façam e actuem, que nós cá estamos para o exigir, somos aqueles que lhes pagamos.

Finalmente, as leis não se discutem a não ser antes de entrarem em vigor e em sede própria, cumprem-se.

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